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IPEAK
ALLAN KARDEC
O QUE √Č O ESPIRITISMO
A SOCIEDADE ESP√ćRITA DE PARIS - SPEE
OBRAS DE ALLAN KARDEC
HIST√ďRIA DO ESPIRITISMO
ROTEIROS DE ESTUDOS - IPEAK
ESTUDOS E PESQUISAS
Frases
O Espiritismo s√≥ reconhece como adeptos aqueles que p√Ķem em pr√°tica os seus ensinamentos, isto √©, que trabalham a sua pr√≥pria melhora moral, porque √© esse o sinal caracter√≠stico do verdadeiro esp√≠rita.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, janeiro de 1869 - Processo das envenenadoras de Marselha
A verdadeira amizade s√≥ existe entre os homens virtuosos, que se re√ļnem sob a prote√ß√£o do Todo-Poderoso, para se encorajarem reciprocamente no cumprimento de seus deveres.
Autor: N√£o mencionado.
Fonte: Revista Esp√≠rita, junho de 1863 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - A amizade e a prece
O homem civilizado chegou a um ponto em que não mais se contenta com a fé cega. Ele quer conhecer tudo, saber o como e o porquê de cada coisa; preferirá, pois, uma filosofia que explica a outra que não explica.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, junho de 1866 - Monomania incendiária precoce - Estudo moral
A ninguém cabe dizer que uma coisa lhe pertence, quando lhe pode ser tirada sem o seu consentimento.
Autor: François-Nicolas-Madeleine, Cardeal Morlot. Paris, 1863.
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVII - Sede perfeitos ¬Ľ Instru√ß√£o dos Esp√≠ritos - Os superiores e os inferiores, item 9.
Se tivermos que ficar fora da Ciência do magnetismo, nosso quadro ficará incompleto e poderemos ser comparados a um professor de Física que se abstivesse de falar da luz.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, março de 1858 - Magnetismo e Espiritismo.
Aos olhos de Deus, uma √ļnica autoridade leg√≠tima existe: a que se ap√≥ia no exemplo que d√° do bem.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X - Bem-aventurados os que s√£o misericordiosos - N√£o julgueis, para n√£o serdes julgados - Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado.
A cada gera√ß√£o uma parte do v√©u se dissipa. O Espiritismo veio para rasg√°-lo de alto a baixo; mas, enquanto espera, conseguisse ele unicamente corrigir num homem um √ļnico defeito que fosse e j√° o haveria ajudado a dar um passo.
Autor: Espíritos superiores
Fonte: Livro dos Espíritos, item 800.
A boa qualidade do m√©dium n√£o est√° na facilidade das comunica√ß√Ķes, mas unicamente na sua aptid√£o para s√≥ receber as boas. Ora, √© nisto que as suas condi√ß√Ķes morais s√£o onipotentes; √© nisso tamb√©m que ele encontra os maiores escolhos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, fevereiro de 1859 - Escolhos dos médiuns
Em nossas excurs√Ķes esp√≠ritas, o que mais nos satisfaz n√£o √© o n√ļmero dos crentes que contamos. O que mais nos satisfaz s√£o esses adeptos que s√£o a honra da doutrina e que s√£o, ao mesmo tempo, os mais firmes esteios, porque fazem-na estimada e respeitada por eles mesmos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, julho de 1867 - Curta excursão espírita
‚ÄúOs Esp√≠ritos enganadores sabem perfeitamente a quem se dirigem. H√° pessoas simples e pouco instru√≠das mais dif√≠ceis de enganar do que outras, que t√™m finura e saber. Lisonjeando-lhes as paix√Ķes, fazem eles do homem o que querem.‚ÄĚ
Autor: Bons Espíritos
Fonte: Livro dos Médiuns, item 268, 26ª
O orgulho é um amor desregrado de si mesmo; é o estado de um homem que se basta, que se admira em suas obras, vê em si qualidades que não tem e empenha-se para que os outros compartilhem da opinião que tem de si mesmo.
Autor: Dictionnaire Encyclopédique de la Bible A. Westphal
Fonte: Dictionnaire Encyclopédique de la Bible A. Westphal
Podemos ter tr√™s objetivos principais no estudo da verdade: um, descobri-la quando a buscamos; outro, demonstr√°-la quando a possu√≠mos; o √ļltimo, discerni-la do falso quando a examinamos.
Autor: Pascal
Fonte: Do espírito geométrico e da arte de persuadir. Ed. Martins Fontes
Que √© com efeito devotar-se? √Č doar-se livremente e com todo conhecimento. Eis o sublime do amor, eis o amor digno de uma nobre e generosa criatura, e n√£o o amor ignorante e cego.
Autor:
Fonte: Dicionnaire des sciences philosophiques, pp. 1158 e ss.
Lembrai-vos sempre que Deus quer o vosso bem, e sabereis ent√£o que qualquer rota que seguirdes, onde o sentimento do bem n√£o imperar, afastados de Deus estareis.
Autor: Santo Agostinho
Fonte: Comunicação obtida no GEAK, em 23/04/2013
Só uma convicção profunda pode levar um homem a vencer-se, a desembaraçar-se do que em si há de mau, e a resistir aos perniciosos arrastamentos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, agosto de 1864 - Notícias bibliográficas - Os milagres de nossos dias.
Se o Espiritismo pudesse ser retardado em sua marcha, n√£o o seria pelos ataques abertos de seus inimigos declarados, mas pelo zelo irrefletido dos amigos imprudentes.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Esp√≠rita, junho de 1862 - Ensinos e disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - O Espiritismo filos√≥fico.
As faltas de outrem, certamente não acrescentam nada ao nosso mérito, e não são, por si mesmas, um assunto agradável para reflexão ou entretenimento; mas elas podem lisonjear o nosso orgulho, porque nos levam a crer em nossa superioridade sobre aqueles que nós denegrimos.
Autor: Thomas Reid
Fonte: Essais sur les facultés actives de L'homme, T. VI.
Quanto mais inteligência tem o homem para compreender um princípio, tanto menos escusável é de o não aplicar a si mesmo. Em verdade vos digo que o homem simples, porém sincero, está mais adiantado no caminho de Deus, do que um que pretenda parecer o que não é.
Autor: Espíritos superiores
Fonte: Livro dos Espíritos, item 828.
O homem √©, ao mesmo tempo, um ser muito singular e muito fraco. √Č singular no sentido de que, mesmo em meio aos fen√īmenos que o cercam, n√£o deixa de seguir a sua rotina, espiritualmente falando. √Č fraco porque, depois de ter visto e ter-se convencido, ri porque seu vizinho riu e n√£o pensa mais naquilo. E notai que aqui falo, n√£o de seres vulgares, sem reflex√£o e sem experi√™ncia. N√£o. Falo de gente inteligente e, na maioria, esclarecida.
Autor: Lamennais
Fonte: Revista Esp√≠rita, agosto de 1860 - Ditados espont√Ęneos e disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - A eletricidade espiritual
Os Esp√≠ritos enganadores sabem perfeitamente a quem se dirigem. H√° pessoas simples e pouco instru√≠das mais dif√≠ceis de enganar do que outras, que t√™m finura e saber. Lisonjeando-lhes as paix√Ķes, fazem eles do homem o que querem.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Livro dos Médiuns, item 268, 26a.
Se todos os encarnados se achassem bem persuadidos da for√ßa que em si trazem, e se quisessem p√īr a vontade a servi√ßo dessa for√ßa, seriam capazes de realizar o a que, at√© hoje, eles chamaram prod√≠gios e que, no entanto, n√£o passa de um desenvolvimento das faculdades humanas.
Autor: Espírito protetor
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX, Instru√ß√Ķes dos Esp√≠ritos, item 12.
"Entre os seres pensantes h√° liga√ß√Ķes que ainda n√£o conheceis. O magnetismo √© o piloto desta ci√™ncia, que mais tarde compreendereis melhor."
Autor: Bons Espíritos
Fonte: Livro dos Espíritos, item 388.
Acredito que a const√Ęncia seja a qualidade mais dif√≠cil de se encontrar no homem, e a mais f√°cil a instabilidade.
Autor: Montaigne
Fonte: Ensaios, vol. II, cap. I - Da inconst√Ęncia de nossas a√ß√Ķes.
No ponto em que estamos, a intelig√™ncia est√° bastante desenvolvida para permitir ao homem julgar criteriosamente o bem e o mal, e √© tamb√©m neste ponto que a sua responsabilidade √© mais seriamente comprometida, porque n√£o mais se pode dizer o que dizia Jesus: ‚ÄúPerdoai-lhes, Senhor, pois n√£o sabem o que fazem.‚ÄĚ
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Esp√≠rita, janeiro de 1864 - Quest√Ķes e problemas - Progresso nas primeiras encarna√ß√Ķes.
O princ√≠pio dos fen√īmenos ps√≠quicos repousa, como j√° vimos, nas propriedades do fluido perispiritual, que constitui o agente magn√©tico; nas manifesta√ß√Ķes da vida espiritual durante a vida corp√≥rea e depois da morte; e, finalmente, no estado constitutivo dos Esp√≠ritos e no papel que eles desempenham como for√ßa ativa da Natureza.
Autor: Allan Kardec
Fonte: A Gênese - Os milagres segundo o Espiritismo, cap. XV - Os milagres do Evangelho - Superioridade da natureza de Jesus, item 1.
O ho­mem não chega a nada sem esforço. Aquele que não precisou fazê-lo nesta existência, deve ter lu­tado em uma precedente, e o bem acabou por se identificar com ele. Eis porque tudo parece tão na­tural. O bem está neles, como, em outras pessoas, estão ideias que, também elas, tiveram sua fonte em um trabalho anterior.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Viagem Esp√≠rita em 1862 - Discursos pronunciados nas reuni√Ķes gerais dos esp√≠ritas de Lyon e Bordeaux - Discurso III
Eis uma recomenda√ß√£o feita incessantemente pelos bons Esp√≠ritos. Dizem eles: ‚ÄúDeus n√£o vos deu o racioc√≠nio sem prop√≥sito. Servi-vos dele a fim de saber com quem estais a vos relacionar.‚ÄĚ Os maus Esp√≠ritos temem o exame. Dizem eles: ‚ÄúAceitai nossas palavras e n√£o as julgueis‚ÄĚ. Se tivessem consci√™ncia de estar com a verdade, n√£o temeriam a luz.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, fevereiro de 1859 - Escolhos dos Médiuns
Ora, assim como a F√≠sica nos ensina a causa de certos fen√īmenos e a Medicina a de certas doen√ßas, o estudo da ci√™ncia esp√≠rita nos ensina a dos fen√īmenos devidos √†s influ√™ncias ocultas do mundo invis√≠vel e nos explica o que, sem isto, nos parecia inexplic√°vel.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, janeiro de 1863 - Estudos sobre os possessos de Morzine - Causas de obsessão e meios de combate
O magnetismo é uma força natural, e ante as forças naturais o homem é um pigmeu, semelhante a esses cachorrinhos que ladram inutilmente contra tudo quanto lhes mete medo.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, janeiro de 1858 - Introdução
Temos prazer de responder √†s perguntas s√©rias e de elucid√°-las, quando poss√≠vel. A discuss√£o √© tanto mais √ļtil com pessoas de boa-f√©, que estudaram e querem aprofundar as coisas, pois √© trabalhar para o progresso da ci√™ncia, quanto √© ociosa com os que julgam sem conhecimento e querem saber sem se darem ao trabalho de aprender.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Esp√≠rita, setembro de 1863 - Quest√Ķes e problemas - Sobre a expia√ß√£o e a prova
Tratam de loucos apenas aqueles cujas ideias não são sancionadas pela autoridade da Ciência; é assim que aqueles que julgam tudo saber, rejeitam os pensamentos geniais daqueles que nada sabem.
Autor: B√ČRANGER
Fonte: Revista Esp√≠rita, mar√ßo de 1867 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - Comunica√ß√£o coletiva
Se quiserdes uma demonstração séria de uma lei universal, buscai a sua aplicação individual. Quereis a verdade? Buscai-a em vós mesmo, e na observação dos fatos de vossa própria vida. Todos os elementos de prova aí estão. Que aquele que quer saber se examine, e encontrará.
Autor: Charles Fourier
Fonte: Revista Esp√≠rita, abril de 1869 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - Charles Fourier
O homem nunca √© mais forte do que quando ele sente a sua fraqueza, pois tudo pode empreender sob o olhar de Deus. Sua for√ßa moral cresce em raz√£o de sua confian√ßa, porque sente necessidade de dirigir-se ao Criador, para p√īr sua fraqueza ao abrigo das quedas a que a imperfei√ß√£o humana pode arrast√°-lo.
Autor: Fénelon
Fonte: Revista Esp√≠rita, janeiro de 1865 - Instru√ß√Ķes dos Esp√≠ritos
√Č um fato comprovado que o Espiritismo √© mais entravado pelos que o compreendem mal do que pelos que absolutamente n√£o o compreendem, e mesmo por seus inimigos declarados.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, novembro de 1864 - O Espiritismo é uma ciência positiva
A fraqueza, a indiferença ou o orgulho do homem são exclusivamente o que empresta força aos maus Espíritos, cujo poder todo advém do fato de lhes não opordes resistência.
Autor: Espíritos superiores
Fonte: Livro dos Espíritos, item 498.
S√£o as reuni√Ķes s√©rias que d√£o uma ideia s√©ria do Espiritismo, por isso nunca seria demais encorajar a sua multiplica√ß√£o.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita de setembro de 1862.
Todos os homens podem enganar-se, mas há grandeza em reconhecer os próprios erros, ao passo que há mesquinhez em perseverar numa opinião que se sabe falsa, unicamente para ostentar, aos olhos do vulgo, a supremacia da infalibilidade.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, julho de 1858 - Correspondência
"Ora√ß√£o n√£o √© pedir. √Č um anseio da alma. √Č uma admiss√£o di√°ria das pr√≥prias fraquezas. √Č melhor na ora√ß√£o ter um cora√ß√£o sem palavras, do que palavras sem um cora√ß√£o."
Autor: Gandhi
Fonte: As palavras de Gandhi
A felicidade perfeita está ligada à perfeição, ou seja, à purificação completa do Espírito. Toda imperfeição é ao mesmo tempo uma causa de sofrimento e de privação de gozo, assim como toda qualidade adquirida é uma causa de gozo e de atenuação dos sofrimentos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O C√©u e o Inferno, primeira parte, cap. VII - C√≥digo penal da vida futura, 2¬ļ.
N√£o h√° uma √ļnica imperfei√ß√£o da alma que n√£o traga consigo suas consequ√™ncias lastim√°veis, inevit√°veis, e nem uma √ļnica boa qualidade que n√£o seja a fonte de um gozo. A soma das penas √© assim proporcionada √† soma das imperfei√ß√Ķes, como a dos gozos est√° na raz√£o da soma das qualidades.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O C√©u e o Inferno, primeira parte, cap. VII, C√≥digo penal da vida futura, 3¬ļ.
A fascinação é uma espécie de ilusão produzida pela ação direta de um Espírito estranho ou por seus raciocínios capciosos. Essa ilusão produz alteração na compreensão das coisas morais, falseia o julgamento e leva a tomar-se o mal pelo bem.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, outubro de 1858 - Obsedados e subjugados
Não basta dizer-se espírita; aquele que o é de coração prova-o por seus atos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, fevereiro de 1867 - Livre pensamento e livre consciência
‚ÄúN√£o h√° sujei√ß√£o t√£o perfeita quanto aquela que guarda a apar√™ncia de liberdade; cativa-se assim a pr√≥pria vontade.‚ÄĚ
Autor: Jean-Jacques Rousseau
Fonte: Emílio, ou da Educação
De fato, ningu√©m sabe se a morte n√£o √©, inclusive, a maior de todas as b√™n√ß√£os para o ser humano, ainda que este a tema como se soubesse que √© o maior dos males. E n√£o √© essa a mais censur√°vel das formas de ignor√Ęncia, nomeadamente pensar que se conhece o que n√£o se conhece?
Autor: Plat√£o
Fonte: Apologia de Sócrates
Em todos os casos de obsess√£o, a prece √© o mais poderoso meio de que se disp√Ķe para demover de seus prop√≥sitos mal√©ficos o obsessor.
Autor: Allan Kardec
Fonte: A G√™nese - Os milagres segundo o Espiritismo, cap. XIV - Os fluidos - II - Explica√ß√£o de alguns fen√īmenos considerados sobrenaturais - Obsess√Ķes e possess√Ķes, item 46.
Em todos os casos de obsessão, a prece é o mais poderoso auxiliar de quem haja de atuar sobre o Espírito obsessor.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII - Colet√Ęnea de preces esp√≠ritas - V - Preces pelos doentes e pelos obsidiados - Pelos obsidiados, item 81.
A prece de várias pessoas forma um feixe que sustenta e fortalece a alma pela qual é feita. Ela lhe dá força e resignação.
Autor: S√£o Bento
Fonte: Revista Espírita, fevereiro de 1866 - O naufrágio do Borysthène
O preconceito, num sentido qualquer, é a pior condição para um observador, porque então tudo vê e tudo ajusta a seu ponto de vista, negligenciando o que pode haver de contrário. Certamente não é esse o meio de chegar à verdade.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, abril de 1863 - Estudos sobre os possessos de Morzine.
O dever é o mais belo laurel da razão; descende desta como de sua mãe o filho. O homem tem de amar o dever, não porque preserve de males a vida, males aos quais a Humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.
Autor: L√°zaro
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVII - Sede perfeitos - Instrução dos Espíritos - O dever.
Se queremos nos assegurar bem de que fazemos progressos sólidos na virtude, é preciso não encarar nenhuma falta como leve, e as evitar todas com o maior cuidado.
Autor: Plutarco
Fonte: Beautés des Oeuvres Morales de Plutarque, tome premier, à Paris, 1835.
O progresso √© lei de Deus; a culpa √© √Ęncora lan√ßada no passado e impede o indiv√≠duo de empreender novas caminhadas.
Autor: Sem nome
Fonte: Psicografada em reuni√£o familiar do dia 18/10/2012
O apego às coisas materiais constitui sinal notório de inferioridade, porque, quanto mais se aferra aos bens deste mundo, tanto menos compreende o homem o seu destino. Pelo desinteresse, ao contrário, demonstra que encara de um ponto mais elevado o futuro.
Autor: Bons Espíritos
Fonte: O Livro dos Espíritos, item 895.
Deus não dá prova superior às forças daquele que a pede; só permite as que podem ser cumpridas. Se tal não sucede, não é que falte possibilidade: falta a vontade.
Autor: Santo Agostinho
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIV, item 9. A ingratidão dos filhos e os laços de família
Os males mais numerosos são os que o homem cria pelos seus vícios, os que provêm do seu orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição, da sua cupidez, de seus excessos em tudo.
Autor: Allan Kardec
Fonte: A Gênese - A Gênese, cap. III - O bem e o mal - Origem do bem e do mal, item 6.
Quanto mais o homem se possui e quanto mais é calmo e nobre, melhor saberá discernir os caminhos que o conduzirão à verdade. Quanto mais ele é leviano, presunçoso ou apaixonado, tanto mais corromperá com seu hálito impuro os frutos que colherá na árvore da vida.
Autor: SR. HERRENSCHNEIDER
Fonte: Revista Espírita, novembro de 1863 - União da Filosofia e do Espiritismo.
A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho: os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei de caridade. 
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVI, item 8.
Sê grave e recolhido, mas não triste, porquanto a tristeza é uma censura muda, dirigida a Deus, que quer ser louvado em suas obras. Aliás, por que sofrer nesta vida triste, onde tudo se apaga, exceto o bem ou o mal que realizamos?
Autor: M. GOURDON
Fonte: Revista Esp√≠rita, junho de 1861 - SRA. ANA√ŹS GOURDON, n. 15
Aquele que tem humildade sempre acolhe com doçura as censuras que lhe fazem, por mais injustas que sejam, porquanto, sabei-o bem, a injustiça jamais irrita o justo.
Autor: Ignorado
Fonte: Revista Esp√≠rita, mar√ßo de 1861 - LI√á√ēES FAMILIARES DE MORAL
O homem que s√≥ pelo instinto agisse constantemente poderia ser muito bom, mas conservaria adormecida a sua intelig√™ncia. Seria qual crian√ßa que n√£o deixasse as andadeiras e n√£o soubesse utilizar-se de seus membros. Aquele que n√£o domina as suas paix√Ķes pode ser muito inteligente, por√©m, ao mesmo tempo, muito mau. O instinto se aniquila por si mesmo; as paix√Ķes somente pelo esfor√ßo da vontade podem domar-se.
Autor: Allan Kardec
Fonte: A Gênese, cap. III - O bem e o mal - O instinto e a inteligência, item 19.
O suic√≠dio n√£o consiste somente no ato volunt√°rio que produz a morte instant√Ęnea; consiste tamb√©m em tudo o que se faz, com conhecimento de causa, que possa apressar a extin√ß√£o das for√ßas vitais.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Céu e o Inferno, segunda parte, Exemplos, cap. V, Suicidas - O pai e o conscrito
Ao verdadeiro esp√≠rita jamais faltar√° bem a fazer; cora√ß√Ķes aflitos a aliviar; consola√ß√Ķes a dar, desesperos a acalmar, reformas morais a operar; a√≠ est√° a sua miss√£o; a√≠ tamb√©m ele encontrar√° sua verdadeira satisfa√ß√£o.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Livro dos Médiuns, 1ª parte, cap. III, item 30.
Aqueles que pensam preservar-se da a√ß√£o dos maus Esp√≠ritos abstendo-se das comunica√ß√Ķes esp√≠ritas, s√£o como crian√ßas que julgam evitar o perigo colocando uma venda nos olhos. Seria o mesmo que afirmar que √© prefer√≠vel n√£o saber ler nem escrever para n√£o se expor √† leitura de maus livros ou a escrever tolices.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, janeiro de 1859 - Aforismos espíritas
Os bons Espíritos aprovam aquilo que acham bom, mas não fazem elogios exagerados. Os elogios excessivos, como tudo o que denota lisonja, são sinais de inferioridade da parte dos Espíritos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, dezembro de 1859 - Aforismos espíritas e pensamentos avulsos
Quando, inteiramente penetrada de zelo santo, a alma do homem se lan√ßa para os c√©us na prece √≠ntima e ardente, os inimigos interiores, isto √©, as paix√Ķes do homem, e os inimigos externos, isto √©, os v√≠cios do mundo, s√£o impotentes para for√ßar os muros que a protegem. Homens, orai a Deus com toda confian√ßa, do fundo do cora√ß√£o, com f√© e verdade!
Autor: Ignorado
Fonte: Revista Esp√≠rita, junho de 1863 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - A amizade e a prece
Mais vale seguir o bom caminho mancando do que o mau caminho num passo firme.
Autor: Santo Agostinho
Fonte: Ignorada
Os milagres não estão em contradição com as leis da natureza, mas com o que nós sabemos dessas leis.
Autor: Santo Agostinho
Fonte: Ignorada
A qualidade principal da prece √© ser clara, simples e concisa, sem fraseologia in√ļtil, nem luxo de ep√≠tetos, que s√£o meros adornos de lentejoulas. Cada palavra deve ter alcance pr√≥prio, despertar uma ideia, p√īr em vibra√ß√£o uma fibra da alma. Numa palavra: deve fazer refletir.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, Pre√Ęmbulo, item 1
Toda paix√£o que aproxima o homem da natureza animal afasta-o da natureza espiritual. Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal denota predomin√Ęncia do esp√≠rito sobre a mat√©ria e o aproxima da perfei√ß√£o.
Autor: Espíritos bons
Fonte: O Livro dos Espíritos, item 908
Os m√©diuns que obt√™m boas comunica√ß√Ķes ainda mais censur√°veis s√£o, se persistem no mal, porque muitas vezes escrevem sua pr√≥pria condena√ß√£o e porque, se n√£o os cegasse o orgulho, reconheceriam que a eles √© que se dirigem os Esp√≠ritos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVIII - Muitos os chamados, poucos os escolhidos - Muito se pedirá àquele que muito recebeu, item 12.
O primeiro cuidado de todo espírita sincero deve ser o de procurar saber se, nos conselhos que os Espíritos dão, alguma coisa não há que lhe diga respeito.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVIII - Muitos os chamados, poucos os escolhidos - Muito se pedirá àquele que muito recebeu, item 12.
Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XII - Amai os vossos inimigos - Retribuir o mal com o bem, item 3
Quando se deseja comunicar com determinado Espírito, é de toda necessidade evocá-lo. (N. 203.) Se ele pode vir, a resposta é geralmente: Sim, ou Estou aqui, ou, ainda: Que quereis de mim? As vezes, entra diretamente em matéria, respondendo de antemão às perguntas que se lhe queria dirigir.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Livro dos Médiuns, cap. XXV, item 270.
O amor triunfar√°, e vir√£o com ele a sabedoria, a caridade, a prud√™ncia, a for√ßa, o conhecimento, a humildade, a calma, a justi√ßa, o g√™nio, a toler√Ęncia, o entusiasmo, e a gl√≥ria majestosa e divina esmagar√°, por seu esplendor, o orgulho, a inveja, a hipocrisia, a maldade e o ci√ļme, que arrastam no seu s√©quito a pregui√ßa, a gula e a lux√ļria.
Autor: EUG√ąNE SUE
Fonte: Revista Esp√≠rita, mar√ßo de 1867 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - Comunica√ß√£o coletiva.
O gênio se possui por inspiração e não se adquire; Deus quer que as maiores coisas sejam descobertas ou inventadas por seres sem instrução, a fim de paralisar o orgulho, tornando o homem solidário do homem.
Autor: FRANÇOIS ARAGO
Fonte: Revista Esp√≠rita, mar√ßo de 1867 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - Comunica√ß√£o coletiva
Os sábios da Grécia por vezes o foram mais nos escritos e nas palavras que em sua pessoa.
Autor: Plat√£o
Fonte: Revista Esp√≠rita, mar√ßo de 1867 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - Comunica√ß√£o coletiva
Era o amor que Diógenes buscava, procurando um homem... que veio séculos depois, e que o ódio, o orgulho e a hipocrisia crucificaram.
Autor: Sócrates
Fonte: Revista Esp√≠rita, mar√ßo de 1867 - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - Comunica√ß√£o coletiva
Para o homem que vivesse insulado não haveria vícios nem virtudes; preservando-se do mal pelo insulamento, o bem por si mesmo se anularia.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Céu e o Inferno, Primeira Parte - Doutrina - Cap. III - O Céu, item 8
Ser rico n√£o √© pecado ‚ÄĒ ser pobre n√£o √© virtude. Virtude ou pecado √© saber ou n√£o saber ser rico ou pobre.
Autor: Huberto Rohden
Fonte: O sermão da montanha, Bem-aventurados os pobres pelo espírito
O que nos faz bons ou maus não é aquilo que nos acontece, mas sim o que nós mesmos fazemos e somos.
Autor: Huberto Rohden
Fonte: O sermão da montanha - Bem-aventurados os pobres pelo espírito
O saber está muito abaixo da caridade; ele nos eleva na hierarquia espírita, mas não contribui para o restabelecimento da ordem perturbada pelo mau. O saber nada expia, nada resgata, em nada influi sobre a justiça de Deus. A caridade, ao contrário, expia e apazigua. O saber é uma qualidade; a caridade, uma virtude.
Autor: De Grand-Boulogne, doutor em Medicina, Antigo vice-c√īnsul da Fran√ßa.
Fonte: Revista Esp√≠rita, agosto de 1860 - CONCORD√āNCIA ESP√ćRITA E CRIST√É
Que √© a caridade? √Č o atributo especial da alma que, em suas ardentes aspira√ß√Ķes para o bem, se esquece de si mesma e se consome em esfor√ßos pela felicidade do pr√≥ximo.
Autor: De Grand-Boulogne, doutor em Medicina, Antigo vice-c√īnsul da Fran√ßa.
Fonte: Revista Esp√≠rita, agosto de 1860 - CONCORD√āNCIA ESP√ćRITA E CRIST√É
Qual a mais bela de todas as virtudes? A Caridade.
Autor: De Grand-Boulogne, doutor em Medicina, Antigo vice-c√īnsul da Fran√ßa.
Fonte: Revista Esp√≠rita, agosto de 1860 - CONCORD√āNCIA ESP√ćRITA E CRIST√É
S√≥ aquele que dominou suas m√°s inclina√ß√Ķes realmente tirou proveito do Espiritismo e receber√° a sua recompensa. √Č por isto que os bons Esp√≠ritos, por ordem de Deus, multiplicam suas instru√ß√Ķes e as repetem √† saciedade; s√≥ um orgulho insensato pode dizer: N√£o preciso de mais nada.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, agosto de 1865 - O que ensina o Espiritismo
Para admitir-nos ao banquete da suprema felicidade, Deus n√£o pergunta o que sabemos nem o que possu√≠mos, mas o que valemos e o bem que fizemos. √Č, pois, no seu melhoramento individual que todo esp√≠rita sincero deve trabalhar, antes de tudo.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, agosto de 1865 - O que ensina o Espiritismo
Em todas as coisas, as ideias novas devem encaixar-se nas ideias adquiridas. Se estas não estão suficientemente elaboradas e consolidadas no cérebro; se o espírito não as assimilou, aquelas que aí quisermos implantar não criarão raízes. Estaremos semeando no vazio.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, agosto de 1865 - O que ensina o Espiritismo
Em todas as coisas, as ideias novas devem encaixar-se nas ideias adquiridas. Se estas não estão suficientemente elaboradas e consolidadas no cérebro; se o espírito não as assimilou, aquelas que aí quisermos implantar não criarão raízes. Estaremos semeando no vazio.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, agosto de 1865 - O que ensina o Espiritismo
A ti dirigi o meu olhar, √≥ Eterno, e me senti fortalecido. √Čs a minha for√ßa, n√£o me abandones. √ď meu Deus, sinto-me esmagado sob o peso das minhas iniquidades. Ajuda-me. Conheces a fraqueza da minha carne, n√£o desvies de mim o teu olhar!
Autor: Bons Espíritos
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, 33
Um equívoco muito frequente entre novos adeptos é o de se julgarem mestres após alguns meses de estudo. O Espiritismo é uma Ciência imensa, como bem sabeis, e experiência em sua prática não se adquire senão com o tempo, aliás como em todas as coisas.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita 1861, novembro - Reunião geral dos Espíritas bordeleses - Discurso do Sr. Allan Kardec
Uma sociedade cujos membros fossem todos guiados pelo amor ao próximo; que inscrevesse a caridade no alto de todos os seus códigos, seria feliz, e em breve veria apagarem-se os ódios e as discórdias. O Espiritismo pode realizar este prodígio e o fará, a despeito dos que ainda o agridem, porque os agressores passarão, mas o Espiritismo permanecerá.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Esp√≠rita, agosto de 1860 - Concord√Ęncia esp√≠rita e crist√£.
O Espiritismo tem consequ√™ncias de tal gravidade; toca em quest√Ķes de tal alcance; d√° a chave de tantos problemas; oferece-nos, enfim, t√£o profundo ensino filos√≥fico, que ao lado de tudo isso uma mesa girante √© pura infantilidade.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Discurso de encerramento do ano social (1858-1859).
Sendo a vontade uma for√ßa ativa, essa for√ßa √© multiplicada pelo n√ļmero de vontades id√™nticas, como a for√ßa muscular √© multiplicada pelo n√ļmero de bra√ßos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, dezembro de 1864 - Da comunhão do pensamento - A propósito da comemoração dos mortos
Aos olhos das multid√Ķes, todos os aperfei√ßoamentos s√£o √ļteis, exceto o da alma.
Autor: J. J. Rousseau
Fonte: O Livro dos M√©diuns, cap. XXXI - Disserta√ß√Ķes esp√≠ritas, Acerca do Espiritismo ¬Ľ Acerca do Espiritismo
Para ser agrad√°vel a Deus basta observar suas leis, isto √©, praticar a caridade, que resume todas elas. Ora, a caridade pode ser praticada por todos. Despojar-se de todos os v√≠cios e de todas as inclina√ß√Ķes contr√°rias √† caridade √©, pois, condi√ß√£o essencial da salva√ß√£o.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, dezembro de 1868 - Sessão Comemorativa dos Mortos, na Sociedade de Paris.
O devotamento e a abnegação são uma prece contínua e encerram um ensinamento profundo. A sabedoria humana reside nessas duas palavras.
Autor: Espírito de Verdade
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VI - O Cristo consolador - Consolador prometido, item 4.
Comunh√£o de pensamento quer dizer pensamento comum, unidade de inten√ß√£o, de vontade, de desejo, de aspira√ß√£o. Ningu√©m pode desconhecer que o pensamento √© uma for√ßa. √Č, por√©m, uma for√ßa puramente moral e abstrata? N√£o, pois do contr√°rio n√£o se explicariam certos efeitos do pensamento e, ainda menos, da comunh√£o de pensamentos.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, dezembro de 1864 - Da comunhão do pensamento - A propósito da comemoração dos mortos.
A sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas os homens podem desejá-la ou amá-la tornando-se filósofos.
Autor: Pitágoras, filósofo grego - 571 - 496 aC.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pit√°goras
Procurai no Espiritismo aquilo que vos pode melhorar. Eis o essencial. Quando os homens forem melhores, as reformas sociais realmente √ļteis ser√£o uma consequ√™ncia natural.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, fevereiro de 1862 - Cumprimentos de ano-novo
Cada luta enfrentada corajosamente sob o olhar de Deus √© uma prece fervorosa, que sobe a ele como o incenso puro e de odor agrad√°vel. Se bastasse formular palavras para se dirigir a Deus, os inoperantes apenas teriam que tomar um livro de preces para satisfazer a obriga√ß√£o de orar. O trabalho, a atividade da alma, √© a √ļnica boa prece que a purifica e a faz crescer.
Autor: F√ČNELON
Fonte: Revista Esp√≠rita, janeiro de 1865 - Instru√ß√Ķes dos Esp√≠ritos
O ego√≠smo, o orgulho, a vaidade, a ambi√ß√£o, a cupidez, o √≥dio, a inveja, o ci√ļme, a maledic√™ncia s√£o para a alma ervas venenosas das quais √© preciso a cada dia arrancar algumas hastes, e que t√™m como ant√≠doto: a caridade e a humildade.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Espiritismo em sua mais simples expressão - Máximas extraídas do ensinamento dos Espíritos, 37.
Se o homem se conformasse rigorosamente com as leis divinas, indubitavelmente se pouparia aos mais agudos males e viveria ditoso na Terra.
Autor: Allan Kardec
Fonte: A Gênese, cap. III, item 5
A caridade é a alma do Espiritismo: ela resume todos os deveres do homem para consigo mesmo e para com os seus semelhantes; eis porque se pode dizer que não há verdadeiro espírita sem caridade.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, dezembro de 1868 - Sessão anual comemorativa dos mortos
‚ÄúAmai-vos uns aos outros, eis toda a lei, lei divina, mediante a qual governa Deus os mundos. O amor √© a lei de atra√ß√£o para os seres vivos e organizados. A atra√ß√£o √© a lei de amor para a mat√©ria inorg√Ęnica.
Autor: Vicente de Paulo
Fonte: O Livro dos Espíritos, item 888
... √Č nos momentos cr√≠ticos que se conhecem os cora√ß√Ķes s√≥lidos, os devotamentos verdadeiros. √Č ent√£o que as convic√ß√Ķes profundas se distinguem das cren√ßas superficiais ou simuladas. Na paz n√£o h√° m√©rito em ter coragem.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, novembro de 1865 - Alocução.
O verdadeiro Esp√≠rita n√£o √© o que cr√™ nas manifesta√ß√Ķes, mas aquele que aproveita o ensinamento dado pelos Esp√≠ritos. De nada adianta crer, se a cren√ßa n√£o faz com que d√™ um passo adiante na via do progresso, e n√£o o torne melhor para seu pr√≥ximo.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Espiritismo em sua mais simples express√£o, 36
O amor se expande ao infinito quando, deixando o personalismo, buscamos a felicidade de toda a humanidade.
Autor: Erasto
Fonte: Psicografada na Sess√£o Comemorativa dos Mortos - GEAK -2009
Momento de felicidade! São as pedras que falam, como disse Jesus, para que a vida resplandeça e a morte desapareça das consciências.
Autor: L√°zaro
Fonte: Sess√£o Comemorativa dos Mortos - GEAK - 2009
‚ÄúA alma se ilumina quando se eleva acima da mat√©ria e busca a comunh√£o com Esp√≠ritos livres que, por seu imenso amor, velam por toda a humanidade.‚ÄĚ
Autor: Vézy
Fonte: Psicografada na Sess√£o Comemorativa dos Mortos - GEAK -2009
‚ÄúQuando a raz√£o desperta o Esp√≠rito, a percep√ß√£o se alarga e podemos sentir Deus nas preces proferidas com o mais profundo sentimento de amor e gratid√£o.‚ÄĚ
Autor: Santo Agostinho
Fonte: Psicografada na Sess√£o Comemorativa dos Mortos - GEAK 2009
‚ÄúBenditos sejam aqueles que, resignados diante das lutas, ainda louvam a Deus.‚ÄĚ
Autor: Sem nome
Fonte: Psicografada na Sess√£o Comemorativa dos Mortos - GEAK 2009
As vozes dos imortais ecoam em vossas almas incentivando-vos a seguir: esse é o vosso caminho de Damasco.
Autor: Paulo, Espírito
Fonte: Psicografada na Sess√£o Comemorativa dos Mortos - GEAK 2009
As lutas fortalecem o Espírito, assim como mais forte fica uma planta que se mantém em pé após uma tempestade.
Autor: Um amigo protetor
Fonte: Psicografada na Sess√£o Comemorativa dos Mortos - GEAK 2009
O pensamento racional é uma virtude compensadora, e o preconceito religioso é um véu que protege a mente da razão.
Autor: Espinosa
Fonte: O Apóstolo da Razão - Filme
Como antes de tudo buscamos a verdade e não pretendemos ser infalível, quando acontece nos enganarmos, não hesitamos em reconhecer. Não conhecemos nada de mais tolo do que aferrar-se a uma opinião errada.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, outubro de 1865 - O VIDENTE DA FLORESTA DE ZIMMERWALD
Quando diz que a mediunidade é um tema inesgotável de pesquisas e estudos, está perfeitamente certo.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, maio de 1865 - Estudo sobre a mediunidade
O poder da fé se demonstra, de modo direto e especial, na ação magnética; por seu intermédio, o homem atua sobre o fluido, agente universal, modifica-lhe as qualidades e lhe dá uma impulsão por assim dizer irresistível.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX, item 2
... E eu aperto mais cordialmente a mão de um homem humilde, cujo coração estou a ouvir, do que a de um potentado cujo peito emudeceu. A primeira me aquece, a segunda me enregela.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Viagem Esp√≠rita em 1862, discurso I - pronunciado nas reuni√Ķes gerais dos esp√≠ritas de Lyon e Bordeaux.
Para mim, um homem é um homem, isto apenas! Meço seu valor por seus atos, por seus sentimentos, nunca por sua posição social.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Viagem Esp√≠rita em 1862, discurso I - pronunciado nas reuni√Ķes gerais dos esp√≠ritas de Lyon e Bordeaux.
Para a maioria dos homens, o dinheiro tem ainda irresistível atrativo, e bem poucos compreendem a palavra supérfluo quando se trata de si. Por isso mesmo, a abnegação da personalidade constitui sinal do mais eminente progresso.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Livro dos Espíritos, Conclusão, VII
Não adianta correr; é preciso partir na hora.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, novembro de 1861 - O Espiritismo ou Espiritualismo em Metz.
"N√£o ridicularizar as a√ß√Ķes dos homens, n√£o chorar sobre elas, n√£o as detestar, mas adquirir delas um conhecimento verdadeiro."
Autor: Spinoza
Fonte: Tratado Político, I, 4
A prece é o veículo dos fluidos espirituais mais poderoso, e é como um bálsamo salutar para as feridas da alma e do corpo. Atrai todos os seres para Deus, e, de certo modo, faz a alma sair da espécie de letargia em que se acha mergulhada, quando esquece os deveres para com o seu Criador.
Autor: S√£o Bento
Fonte: Revista Espírita, fevereiro de 1866 - O naufrágio do Borysthene.
Venci o mundo, que derrotou meu corpo, porque a certeza da vida me tornou forte e a liberdade da consciência tranquila ninguém nos pode tirar.
Autor: Giordano Bruno
Fonte: Psicografada em 18 de outubro de 2010, no GEAK.
A vontade √© o m√≥vel propulsor da vida, √© a for√ßa que far√° brotar a luz interior que dormita em todo o Esp√≠rito. √Č o impulso para o crescimento, para a liberdade.
Autor: Rousseau
Fonte: Psicografada no GEAK, em 18 de outubro de 2010
Quando o Espírito desperta, quando sua vontade é tão grande, seu desejo tão potente, abrem-se-lhe as portas da alma para compreender, na imensidão do Universo, os desígnios de Deus.
Autor: Sem nome
Fonte: Psicografada no GEAK, em 18 de outubro de 2010
Podemos ter nossa opinião, sustentá-la e discuti-la, mas o meio de nos esclarecermos não é nos estraçalhando, processo pouco digno de homens sérios e que se torna ignóbil desde que entre em jogo o interesse pessoal.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, março de 1858 - Magnetismo e Espiritismo
√Äquele que nutre contra seu pr√≥ximo sentimentos de animosidade, √≥dio, ci√ļme e rancor, falta caridade; ele mente, se se diz crist√£o, e ofende a Deus.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Espiritismo em sua mais simples express√£o, 58
A crença no Espiritismo só é proveitosa para aquele de quem se pode dizer: hoje está melhor do que ontem.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Espiritismo em sua mais simples express√£o, 38.
Ouve-se constantemente dizer que a ingratidão com que somos pagos, endurece o nosso coração e nos torna egoístas. Falar assim é provar que se tem o coração fácil de ser endurecido, uma vez que esse temor não poderia deter o homem verdadeiramente bom.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Viagem Esp√≠rita em 1862, Discursos pronunciados nas reuni√Ķes gerais dos esp√≠ritas de Lyon e Bordeaux - Discurso I.
Ningu√©m, pois, se iluda: o estudo do Espiritismo √© imenso; interessa a todas as quest√Ķes da metaf√≠sica e da ordem social; √© todo um mundo que se abre diante de n√≥s. Ser√° de admirar que o efetu√°-lo demande tempo, muito tempo mesmo?
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Livro dos Espíritos, Introdução, item XIII
Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente, começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento das idéias. Que adiantará àquele que, ao acaso, dirigir a um cientista perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore?
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Livro dos Espíritos, Introdução, item VIII.
O Espiritismo é uma Ciência e, como qualquer outra Ciência, não se aprende brincando. Além do mais, tomar as almas que se foram como assunto para distração seria faltar ao respeito a que fazem jus; especular sobre sua presença e sua intervenção seria impiedade e profanação.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, maio de 1861 - Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas
‚ÄúDisse Pit√°goras que a Medicina √© a mais divina das artes. Se a Medicina √© a mais divina das artes, √© necess√°rio que o m√©dico se ocupe da alma ao mesmo tempo que do corpo. Como um ser poderia ser s√£o, quando a parte mais importante est√° doente?‚ÄĚ
Autor: Apollonius de Tyane
Fonte: Revista Esp√≠rita, outubro de 1862 - Apol√īnio de Tiana
‚ÄúOs homens mais s√°bios s√£o os mais breves em seus discursos. Se os tagarelas sofressem o que fazem sofrer os outros, n√£o falariam tanto.‚ÄĚ
Autor: Apollonius de Tyane
Fonte: Revista Esp√≠rita, outubro de 1862 - Apol√īnio de Tiana
O amor de Deus é de toda a eternidade. Para esclarecer os homens, enviou sábios, profetas, o Salvador Jesus Cristo. Não é uma prova de seu infinito amor? Como, porém, receberam os homens esse amor? Melhoraram?
Autor: Sem nome
Fonte: Revista Esp√≠rita, mar√ßo de 1862, Ensinos e disserta√ß√Ķes esp√≠ritas - A reencarna√ß√£o
Pedir o homem conselhos aos Espíritos não é entrar em entendimento com potências sobrenaturais; é tratar com seus iguais, com aqueles mesmos a quem ele se dirigiria neste mundo: a seus parentes, seus amigos, ou a indivíduos mais esclarecidos do que ele.
Autor: Allan Kardec
Fonte: A Gênese, cap. I, item 60
Fé inabalável só o é a que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIX, item 7
O homem que julga infalível a sua razão está bem perto do erro. Mesmo aqueles cujas ideias são as mais falsas se apóiam na sua própria razão, e é por isso que rejeitam tudo o que lhes parece impossível.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Livro dos Espíritos, Introdução, item VII
Nunca a abjura√ß√£o for√ßada deu a quem quer que fosse a f√©; apenas pode fazer hip√≥critas. √Č um abuso da for√ßa material, que n√£o prova a verdade. A verdade √© senhora de si: convence e n√£o persegue, porque n√£o precisa perseguir.
Autor: Allan Kardec
Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, item 51
A vontade não é um atributo especial do espírito; é o pensamento chegado a um certo grau de energia; é o pensamento transformado em força motriz.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, dezembro de 1864 - Da comunhão de pensamentos.
O perfume que se exala de todos os bons sentimentos √© uma prece constante que se eleva para Deus, e todas as boas a√ß√Ķes s√£o a√ß√Ķes de gra√ßa ao Eterno.
Autor: SRA. VICTOR HUGO
Fonte: Revista Espírita, dezembro de 1868.
Assim como muitas vezes as lisonjas dos amigos nos pervertem, assim os insultos dos inimigos nos corrigem.
Autor: Santo Agostinho
Fonte: Confiss√Ķes, livro nono, cap. VIII ‚Äď M√īnica.
Reservar-se o direito de atacar e n√£o admitir resposta √© um meio c√īmodo de ter raz√£o. Resta saber se √© o de chegar √† verdade.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Esp√≠rita, outubro de 1862 ‚Äď Resposta a ‚ÄúAbeille Agenaise, pelo Sr. Dombre.
Antes de negar, √© prudente estudar e observar. Para julgar uma coisa √© preciso conhec√™-la. A cr√≠tica s√≥ √© permiss√≠vel ao que fala do que sabe. Que seria dito de um homem que, ignorando m√ļsica, criticasse uma √≥pera? Ignorando as primeiras no√ß√Ķes de literatura, criticasse uma obra liter√°ria?
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Esp√≠rita, dezembro de 1862 ‚Äď O Espiritismo em Rochefort.
Se estiverdes em d√ļvida, fazei sempre o bem: os erros do Esp√≠rito pesam menos na balan√ßa de Deus que os erros do cora√ß√£o.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Esp√≠rita, fevereiro de 1862 ‚Äď Resposta √† mensagem de Ano Novo dos esp√≠ritas lioneses.
O melhor soldado não é o que ergue mais alto o sabre, mas o que corajosamente sacrifica a própria vida.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, novembro de 1861 - Discurso do Sr. Allan Kardec
O melhor meio de provar a realidade do efeito [do Espiritismo] é fazer sua aplicação a si mesmo.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Revista Espírita, novembro de 1861 - Discurso do Sr. Allan Kardec
Antes de fazer a coisa para os homens, é preciso formar os homens para a coisa, como se formam obreiros, antes de lhes confiar um trabalho.
Autor: Allan Kardec
Fonte: Viagem Espírita em 1862
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